14 de Março de 2019
Criança Feliz deve chegar a 1 milhão de crianças, diz Osmar Terra

Veículo: 
Agência Brasil

Representantes de 24 estados e do Distrito Federal assinaram na terça-feira (12) documento no qual se comprometem a dar continuidade ao programa Criança Feliz, voltado para crianças de até 6 anos de idade. O programa deverá chegar a 1 milhão de crianças até o final de 2019, segundo o ministro da Cidadania, Osmar Terra. Atualmente, atende 519 mil crianças e gestantes do Bolsa Família e do Benefício de Prestação Continuada (BPC).

A assinatura ocorreu no Seminário Internacional da Primeira Infância - O melhor investimento para Desenvolver uma Nação. Não assinaram o documento apenas os estados de Minas Gerais e Santa Catarina, que, segundo o Ministério da Cidadania, ainda estão realizando os trâmites de adesão ao programa.

“O programa Criança Feliz vai na casa, orientar a família, dar suporte à família, a como estimular a criança de forma adequada. Vai ver a situação que a criança está vivendo, as dificuldades que têm e o que pode ser feito de política pública para a família”, afirmou Osmar Terra. O objetivo, ao final dos quatro anos de governo, em 2022, é chegar a 3 milhões de crianças beneficiadas.

O programa, lançado em 2016, integra as áreas da saúde, assistência social, educação, justiça, cultura e direitos humanos. Nas visitas semanais, técnicos capacitados orientam sobre o desenvolvimento das crianças de até 3 anos beneficiárias do Bolsa Família e de até 6 anos que recebem o BPC. As gestantes também recebem atendimento.

Segundo Terra, um dos objetivos do seminário é apresentar aos novos governadores o Criança Feliz. “É importante que eles conheçam e apoiem”, disse.

Primeira-dama

A primeira-dama, Michelle Bolsonaro participou do evento e fez um breve discurso. “Políticas públicas focadas nesses período da evolução humana têm incrível potencial para gerar transformações sociais, sobretudo no que diz respeito aos resultados na educação, na redução de desigualdades e na saúde humana”, defendeu.

De acordo com ministro, o apoio da primeira-dama é peça-chave. “A primeira-dama tem influência enorme, é símbolo. A gente viu o impacto que teve na posse do presidente, quebrando todos os protocolos. Ela emocionou o Brasil e isso mantém foco na atividade dela e faz com que tudo que ela defenda tenha impacto na sociedade”, diz.

De acordo com o ministro, Michelle poderá ajudar a ampliar o orçamento das áreas sociais.

 

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