17 de Janeiro de 2012
Sua empresa aérea trata bem as crianças?

Veículo: 
O Estado de S. Paulo

Enquanto resorts, cruzeiros e hotéis procuram criar atrativos às famílias, voar com crianças se torna cada vez mais uma tarefa difícil. Desde que as empresas aéreas aumentaram ao máximo o número de assentos e reduziram serviços, os passageiros se veem obrigados a pagar tarifas extras para diversos serviços - custo que aumenta consideravelmente no caso das famílias. Por vezes, quem viaja com crianças também não consegue garantir assentos para que toda a família fique junta, a não ser que pague por isso. As mães que conduzem bebês de colo também têm dificuldade em sentar na primeira fileira, uma vez que os lugares são preferencialmente destinados a quem pagou pelas taxas extras. Em outros casos, as empresas preferem evitar a presença de crianças: em 2004, a Malaysia Airlines proibiu bebês com menos de 2 anos de viajarem na primeira classe. Especialistas em viagens acreditam que as companhias aéreas estão perdendo oportunidades por não oferecerem tratamento especial às famílias.

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Publicação mapeia os principais riscos a que estão expostos crianças e adolescentes nas cidades-sede do Mundial 2014 e apresenta as iniciativas desenvolvidas pela sociedade brasileira para garantir os direitos fundamentais desses grupos etários.