Infância tecnológica

Veículo: Correio Braziliense - DF
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Quando uma moça loira, de saias curtas e microfone com formato de brinquedo, descia de uma nave para apresentar um programa na tevê, as mães sabiam que podiam fazer outras atividades no lar e deixar as crianças por conta do televisor. Pois é: isso foi nos anos de 1990. Hoje, animais, como a Galinha Pintadinha, ou desenhos em três dimensões estão em tablets, smartphones e computadores e servem como 'babás' para as crianças – e elas adoram. A ascensão dos gadgets está inaugurando uma nova geração digital, conclui estudo da consultoria Nielsen, feito nos Estados Unidos – mas que se encaixa muito bem na definição da origem de um novo nicho no varejo de eletrônicos no Brasil. Lá, 78% dos pais que possuem tablets deixam os filhos com menos de 11 anos utilizarem a prancheta digital para atividades com objetivos educacionais. Por aqui, crianças como Tiago Moreira, de três anos, estão aprendendo precocemente como manejar os aparelhos digitais.

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