Lei não basta para plano tratar infertilidade

Veículo: O Globo - RJ
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Em vigor há cinco anos, a Lei Federal 11.935, que prevê a cobertura de técnicas de concepção por planos de saúde, está longe de garantir tratamento integral a casais com quadro de infertilidade. Mesmo tendo convênio médico, eles se veem obrigados a desembolsar aproximada mente R$ 20 mil, em média, para custear cada tentativa de fertilização “in vitro” ou inseminação artificial na busca por realizar o sonho de gerar um filho. Não à toa, o Projeto Tratamento de Infertilidade para Todos, que busca alterar a legislação de forma a ampliar os benefícios da saúde suplementar na área de reprodução, já tem cerca de 12 mil seguidores em sua página no Facebook. A infertilidade conjugal é considerada doença e está prevista na Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) e da Organização Mundial da Saúde (OMS), e atinge cerca de 20% da população mundial.

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