Mudanças no Mais Médicos

Veículo: Correio Braziliense - DF
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Passadas pouco mais de duas semanas desde o lançamento do Programa Mais Médicos, o governo admite alterar um dos pontos mais polêmicos das medidas anunciadas: a inclusão de dois anos de serviço obrigatório no Sistema Único de Saúde (SUS) durante a formação acadêmica, além do primeiro ciclo da graduação, de seis anos. Uma opção em estudo é fazer com que o chamado "segundo ciclo" integre o período de residência médica. Outra possibilidade é aumentar o tempo atual de dois – para três anos de internato -, quando o estudante de medicina trabalha na rede pública. Os ministros da Saúde, Alexandre Padilha, e da Educação, Aloizio Mercadante, admitiram debater as mudanças após a reunião de ontem (24) do Conselho Nacional de Educação (CNE), responsável por regulamentar o projeto. O Mais Médicos também prevê a ida de profissionais para trabalhar na atenção básica em cidades do interior do País e na periferia de grandes cidades; e o aumento no número de vagas de graduação em medicina e residência médica. Balanço divulgado ontem mostra que 2.552 municípios se inscreveram no programa. As inscrições terminam hoje.

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