RJ: Uma angústia precoce e carente de socorro

Veículo: O Globo - RJ
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Além de conviverem com os sintomas de que algo não vai bem em suas vidas, crianças com distúrbios psíquicos compartilham as dificuldades para ter tratamento adequado na rede pública. Os poucos serviços de psicologia e psiquiatria dedicados ao público infantojuvenil têm longas filas de espera. O setor de Psiquiatria da Infância e da Adolescência da Santa Casa de Misericórdia, no Rio de Janeiro (RJ), a espera é de três meses. Na rede municipal de saúde, os casos complexos, como os de autismos e psicose infantil, são atendidos pelos sete Centros de Atenção Psicossocial Infantil (Capsi). Há ainda um Capsi federal, do Instituto de Psiquiatria da UFRJ, onde são acompanhados 176 pacientes. A coordenadora, Nathália Armony, diz que a demanda tem crescido muito e que a equipe de 13 pessoas é insuficiente.

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