Tratamento contra HIV em crianças e adolescentes passa a ter regras

Veículo: Folha de S. Paulo - SP
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Uma portaria do Ministério da Saúde publicada nesta quarta-feira (23) definiu um protocolo para o tratamento contra o HIV para crianças e adolescentes de até 13 anos. As modificações definidas pela pasta foram sugeridas em consulta pública lançada em fevereiro deste ano e agora passam a valer em território nacional. O protocolo indica, por exemplo, o uso da droga AZT por quatro semanas (e não mais seis) para bebês de até um mês de idade – objetivo é reduzir a toxicidade da droga. Além disso, bebês dessa idade cujas mães não tenham recebido antirretrovirais durante a gestação passarão a usar, combinado ao AZT, uma segunda droga: a nevirapina. Até agora, o governo havia feito apenas recomendações sobre o tratamento em adolescentes e crianças. De acordo com a portaria, o documento é "de caráter nacional e deve ser utilizado pelas Secretarias de Saúde dos Estados e dos Municípios na regulação do acesso assistencial, autorização, registro e ressarcimento dos procedimentos correspondentes".

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