Avanços no combate à pré-eclâmpsia

Veículo: Estado de Minas - MG
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A Science Translational Medicine também traz, na edição desta semana, uma nova pesquisa que pode ajudar médicos, cientistas e farmacêuticos a compreender melhor a pré-eclâmpsia, doença caracterizada pela hipertensão arterial durante a segunda metade da gestação. Se não for tratada, a condição pode culminar em uma deterioração clínica, resultando em convulsões (eclâmpsia), acidente vascular cerebral, hemorragia, dano renal, insuficiência hepática e até na morte da mãe e do bebê.  As causas da doença gestacional ainda não são claras. Uma equipe internacional de cientistas liderada por Irina Buhimschi, diretora do Centro de Pesquisa Perinatal do Nationwide Children’s Hospital, nos Estados Unidos, identificou que a pré-eclâmpsia pode ser resultado das mesmas falhas celulares que causam o Alzheimer, entre outras doenças autoimunes. É a primeira vez que essa relação é observada. Além de lançar uma luz sobre a origem da enfermidade, Buhimschi desenvolveu um exame clínico que pode auxiliar os médicos a antecipar o diagnóstico da pré-eclâmpsia.

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