Cobrança extra para parto na mira da ANS

Veículo: A Gazeta - ES
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A exigência de uma taxa extra por parte de obstetras de planos de saúde, para acompanhar o parto, vai ser julgada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). A prática, que foi "oficializada" no Espírito Santo pelo Conselho Regional de Medicina (CRM) em junho deste ano, será pauta de discussão na próxima reunião da diretoria, sem data ainda definida. De um lado, obstetras e conselhos de medicina defendem a medida, alegando que o profissional fica à disposição 24 horas para a realização do parto. Do outro, pacientes não acham justo pagar um valor a mais só para ter o mesmo médico do pré-natal na hora de dar à luz, pois já pagam o plano de saúde. A cobrança, que pode ultrapassar R$ 3 mil, seria uma forma de compensar os baixos valores pagos por planos de saúde aos médicos, que variam de R$ 200 a R$ 600 por parto.

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